José Dirceu volta pro lugar de onde nunca deveria ter saído: a prisão.

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Desde a década de 60, o guerrilheiro ‘Daniel’, codinome de Zé Dirceu, já assaltava os cofres públicos brasileiros, com seus ideais comunistas como desculpa. 40 anos depois, então homem forte do governo Lula, ministro da Casa Civil, e praticamente um primeiro-ministro, José Dirceu tentou derrubar a República, arquitetando a compra dos parlamentares no Congresso nacional, no escândalo conhecido como ‘Mensalão’. O STF o julgou e o condenou, deixando em aberto o verdadeiro chefe e mentor do esquema: Luis Inácio Lula da Silva.

Enquanto o Mensalão era julgado (2007-2013), José Dirceu continuava assaltando os cofres nacionais, mesmo de dentro da penitenciária da Papuda, onde ganhou milhões de reais ilicitamente com sua “JD consultoria”. Era o Petrolão.

José Dirceu recebeu autorização pra cumprir pena em regime domiciliar. A lição que a pátria educadora nos dá é essa: você pode organizar uma quadrilha e tentar derrubar a República, mas só vai em cana por, no máximo, 1 ano, numa cela reformada exclusivamente pro seu conforto. Enquanto preso pode fazer consultoria, viajar no fim do ano pra visitar familiares e curtir a vida numa boa.

Sérgio Moro manda o eterno ‘Daniel’ pro lugar de onde não deveria ter saído: a cadeia.