Dilma ‘Sapiens’ Rousseff pedala na cara de todos brasileiros

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Dilma está louca. Ao saudar a mandioca; ao enaltecer a ‘civilização humana’ (não sabia que Dilma acreditava em vida extraterrestre. Ou ela mesmo pode ser um ET, mas aí seria o  caso triste de vida ‘não’ inteligente fora da Terra); ao descobrir as ‘mulheres sapiens‘; e ao dizer que “não respeita delatores”, lembrando de um trecho alegórico da história da Inconfidência Mineira, e, usando sua carta na manga desde sempre, fazendo alusão à sua época de prisioneira do regime militar brasileiro. Além de desrespeitar, como bem disse Joaquim Barbosa, o princípio de independência do Judiciário brasileiro, ela desrespeitou incontáveis prisioneiros de todo o mundo que, diante de tortura real, sucumbiram e entregaram os cúmplices. Fato que é muito romântico e bonito quando se luta por algo que valha a pena, como democracia — não foi o caso dela na década de 60 –, melhorias para um país, por um sonho, etc.

No caso do PT e seus cúmplices, podemos considerar tudo, exceto romantismo: fala-se de corrupção, sonegação, formação de quadrilha, cartel, improbidade administrativa, crime de responsabilidade fiscal, evasão de divisas, etc. Ou seja, o que há de mais sujo no crime: dinheiro do pagador de impostos sendo usados pro partido e para seus filiados. Seja para propaganda partidária ou para comprar uísque Black Label no exterior. Isto é o que pode ser medido, julgado e punido. O problema é o que não pode ser julgado: é o dinheiro desviado e não recuperado que iria para área da saúde, é o mesmo montante que é surrupiado da educação e transforma o aluno pobre do interior em condenado à ignorância eterna, pra votar nos populistas de amanhã. Estes são os maiores crimes cometidos pelo PT. Tão graves quanto à cumplicidade com Cuba, Venezuela e ditaduras africanas. Enquanto Zé Dirceu, amigo do rei e da rainha, recebia milhões enquanto preso, um garoto recebia a notícia que no mesmo dia não haveria merenda. No Brasil é assim: a black bloc de hoje será a Dilma de amanhã. A menina presa por quebrar patrimônio público hoje, se auto declarará prisioneira política no futuro, futuro este que teima em repetir o passado, num roteiro dramático para todos nós.

Dilma transita entre a maluquice e um comportamento propositalmente maldoso com os brasileiros. Isto se fez notar com suas pedaladas. As legais, porém imorais, em sua bicicleta americana em torno do Palácio do Planalto, e as pedaladas fiscais,  foco estratégico da oposição (que erra ao focar em só uma coisa), que destruíram de vez a nossa economia.

Na mesma semana em que um ciclista carioca foi brutalmente esfaqueado na Lagoa, por ‘menores’ de idade, Dilma resolveu pegar sua bike e passear com  seguranças armados.  É assumir o deboche de Estado com toda pompa: morreu o cara esfaqueado por menores enquanto andava de bicicleta? Ok. Vou andar de bicicleta, defender os menores no Facebook e ser totalmente contrária ao armamento civil. Isto porque os marqueteiros da presidente, conhecendo os bajuladores militantes e parte comprada da mídia, achou que os exercícios da presidente seriam ótimos para desviar o foco da Lava Jato. Acertaram. Mudou mesmo, ainda que por alguns minutos, o que já foi um absurdo.

Já Lula, o criador, tenta se dissociar de seu Frankenstein de dieta, atirando no próprio PT, provocando um fato que de tão absurdo passou despercebido: o PT lançou nota defendendo o próprio autor dos ataques, ou seja, Lula (nunca antes na história deste país). Luis Inácio Lula da Silva tem ataques de pânico por receio de ser preso. Sabe que tem, e muita, culpa no cartório. Exige que o Min. da Justiça, José Eduardo Cardozo, tome providências na Lava Jato, esquecendo-se da autonomia dos órgãos de combate ao crime. Achou que bastaria ter aparelhado o STF e esqueceu a capital moral de nossa República, Curitiba, de onde o juiz Sérgio Moro mantém, ao lado de delegados da PF e promotores, nossa cidadela da moralidade, última trincheira do combalido Estado Democrático de Direito brasileiro.

E enquanto o  PT se mobiliza através de seus mensageiros oficiais (Carta Capital e cia.) e não oficiais (Marieta Severo e cia.), Dilma pedala, nas contas e no selim da bicicleta, mas quem cai no chão somos nós, os índices de qualidade da educação, o poder de compra do salário, o número de pessoas empregadas, o valor de nossa moeda e nosso crédito no exterior. Dilma, no entanto, permanece de cabeça em pé, orgulhosa e confiante de que completará o resto do mandato nos braços da mandioca e da civilização humana brasileira. Será?