Por tudo, menos pela educação.

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O gasto do governo Federal com educação, em 2017, na era Temer, foi de R$117,2 bilhões. Sendo:
 
R$75,4 bilhões para o ensino superior.
R$34,6 bilhões para o ensino básico.
 
Não é de se estranhar o nível de semi-analfabetismo nas universidade públicas, onde ricos estudantes que não soltam a mão de ninguém são sustentados pelos impostos de trabalhadores cuja ideologia é pagar as contas no fim do mês.
 
Hoje, o circo anunciado se armou. Cartazes diversos ironizando a facada no presidente eleito, feitos, provavelmente, por quem se escandalizava com meras vaias à Dilma; camisas e bandeiras de partidos da oposição; um sem-número de frases clichês, como “menos armas, mais livros”; balões da CUT e similares (vejam o custo para encher este treco no Google, por gentileza) — pagos por quem?; faixas enaltecendo um sujeito preso a muito custo, muito suor, muito trabalho de investigação de gente séria, que é o Lula, e pedindo a sua liberdade.
 
Realmente, este país precisa não só de mais educação, mas de um encontro com a verdade frente ao espelho, porque a hipocrisia ultrapassa todos os níveis aceitáveis. Todo e qualquer presidente, do mais justo ao mais canalha, se pudesse, alocaria 1 trilhão de dólares por dia na educação, acontece que, diferentemente da Coréia do Norte e do que diz o Ciro Gomes, dinheiro não se faz na impressora HP empoeirada na prateleira.
 
Neste oceano de hipocrisia, os mandatários dos protestos, supostamente em defesa da educação, já deram o rumo do roteiro circense, como era de esperar: uma luta, aí real, implacável, contra a Reforma da Previdência. Pela derrubada do governo.
 
Se um alienígena cai neste país, hoje, não entenderia que se falta dinheiro para tudo e a Reforma trará mais vil metal ao Brasil, por que estes heróis que ficaram hibernando por 13 anos não são favoráveis à Reforma? Porque só pensam no próprio bolso. São egoístas irresponsáveis. Usam um discurso absolutamente falso para cooptarem adolescentes e, a espécie que mais cresce no mundo, adultos-eternos-adolescentes. E como gostam de birra.
 
Como não toleram, os tolerantes, 5 meses de um governo que não seja o reflexo de seus ideais. Que tolerância é essa em que a direita é suprimida na raiz? Que amor é esse com os milhões que elegeram este presidente por 4 anos? Que democracia de uma nota só é esta que estes mimados querem? A deles. E se não entregarmos, farão manha.
 
É preciso criar uma Bolsa-Chupeta. Já.
 
#GuGuDáDá