Para quem comemora a censura contra Bolsonaro: você será o próximo.

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Aos que comemoram a retirada de conteúdos do presidente Bolsonaro das redes sociais, um aviso: você será o próximo.
A mídia, sempre tão preocupada com a censura, deveria lamentar o episódio, ao invés de comemorá-lo, independentemente do teor dos vídeos. Trata-se de um chefe de Estado democraticamente (ler com a voz de Marina Silva) eleito, e não um militante do ISIS degolando prisioneiros no meio do deserto.

Uma empresa de comunicação, no meio do Vale do Silício, pautar o que é certo ou errado, permitido ou liberado, em tempos de paz e, especialmente, de guerra, cujo poder não tem fronteiras (“Imagine”?), vai muito além do que qualquer autor de ficção imaginou. É o perigo supremo.
O conteúdo, repito, pouco importa: cabe ao cidadão, livre para acreditar ou não em determinada ideia, fazer o filtro da mesma, exercer sua ‘auto-censura’ cerebral.

Contra o novo coronavírus, haverá, se Deus quiser, vacinas, remédios, e novas ferramentas para o combate. Contra a censura, precisaremos de doses cavalares de coragem — só ela para preservar a liberdade.
Aceitar a censura, em silêncio, seria a maior prova de contaminação de nossas almas pelo vírus chinês.

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