O caso da babá e a esquerda brasileira

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Sobre o caso da babá, que a esquerda mirou sua luneta de sniper no último fim de semana, só confirma o que eu já sabia:

os intelectuais do lado de lá, desde sempre, se consideraram tão bons, tão virtuosos, tão inteligentes, donos do monopólio da virtude, que eles realmente tem certeza de que sabem o que é melhor para a população ‘normal’ em geral. Não adianta babá ou qualquer outro profissional explicar que estava trabalhando por vontade própria, que eles vão se convencer de que eles estavam certos. Que tal cena, sob um determinado contexto, onde o capitalismo sempre é o culpado, é abjeta.

Essas pessoas seriam irrelevantes no Brasil se ficassem falando este tipo de estupidez na internet somente, mas não. Elas ditam o andamento de nossa história há décadas. São pessoas de uma mediocridade singular, com um filtro moral completamente distorcido que pautam a imprensa, de dentro dela, e as faculdades.

Quando leio que um grupo de professores da UFRJ fez um abaixo assinado pró-Dilma, é sinal de que a educação brasileira está na lata do lixo ou ‘licho’, como em breve nossos futuros estudantes estarão escrevendo.

A principal característica dos esquerdistas, podem observar, é ter a certeza de que sabem o que é melhor para os ‘pobres, negros, homossexuais’ do Brasil. E não há nada mais desrespeitoso para um ser humano do que outro ser humano lhe impor seus desejos, neuroses e visões do mundo para que ele viva como o outro deseja. A esquerda chama a direita de careta, mas é o oposto. A esquerda é tão careta, mas tão careta, que quer todo mundo igual, porque, talvez assim, eles consigam nivelar suas mediocridades com a mais brilhante das pessoas.

Não conseguiram e não conseguirão.

ps: fizeram tudo isso para proteger um governo corrupto que, este sim, afeta a vida dos mais pobres.