O Brasil morreu e ninguém me avisou

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A República Federativa do Brasil está morta. Enterrada por pás petistas, firmes e fortes, desde 2003. O Legislativo não legisla e é refém do Executivo, e o Judiciário não julga e é capacho do Executivo, sendo totalmente aparelhado ideologicamente. O Executivo está a anos luz da realidade do povo brasileiro, Brasília é uma ilha de salários altos pro funcionalismo público, uma forma de não haver encheções de saco pros mandatários, e só. Não há diálogo, não há respeito e, principalmente, não há medo por parte dos governantes. Esta ausência de medo permite à elite petista ter a audácia de elaborar teorias e implementar práticas completamente  absurdas e dissonantes de nossas vontades, sem ser minimamente incomodada pelo “contribuinte”, obrigado a “contribuir”, e que paga por esta farra toda. O brasileiro que mal sabe ler e escrever é o patrão dos políticos mais hábeis e experientes, no mau sentido; estes políticos mantém o brasileiro ‘médio’ na mais pura ignorância, com uma educação e cultura primitivas. em constante lavagem cerebral nas escolas e faculdades, onde Marx e Guevara são endeusados.

E assim, como espectadores, em nossas barbas, nas barbas de um país ignorante surge um partido ainda pior que o PT: o PSOL. Nas barbas de um país subdesenvolvido, surgiu um escândalo maior que o Mensalão: o Petrolão. Nas barbas de um país anestesiado, surgirá um golpe maior que o Petrolão: o BNDSzão, a ser batizado pela imprensa. Nas barbas de todos nós, um país monumentalmente rico, bem servido de todos os climas e recursos naturais, permanece pobre, atrasado, lento, acomodado e vitimizado.

Se somarmos todo o tempo gasto com desculpas que culpam o “imperialismo” americano por tudo, nos eximindo de qualquer culpa, a esquerda brasileira teria descoberto a cura da AIDS, mas ela só sabe gritar, distorcer, espernear e confundir a sociedade, gerando uma eterna busca por um mundo utópico.

A tragédia de se perceber que qualquer cidadão é mais ágil, mais moderno, mais preparado e mais objetivo que a ideologia de seus governantes não tem explicação. Enquanto o brasileiro ‘normal’ usufrui de alta tecnologia vinda dos EUA, Coréia do Sul, Japão e Europa, com custos absurdos, temos um líder do PT como Sibá Machado;  enquanto a Apple vale mais que todas as empresas da Bovespa, temos Jandira Feghalli; enquanto o Google está mapeando o fundo do mar de Fernando de Noronha, temos Jean Willys; enquanto um ônibus sem motorista percorre a estrada dos EUA, temos Aldo Rebelo no Ministério da Ciência e Tecnologia; enquanto qualquer garoto domina os mais modernos smartphones, qualquer adolescente sabe montar e desmontar um computador, os líderes de nossa tribo brasileira lançam documento endeusando o socialismo, como se estivéssemos em outro século. Jornalistas pagos, com nosso dinheiro, reforçam a tese e dizem que não há motivos para pânico, achando que, além de idiotas, somos extremamente burros. Com esta mesma tecnologia, incontáveis brasileiros começam a descobrir a realidade americana, onde os mais pobres tem vida digna, acesso a bens materiais, segurança, alimentos baratos e a lista não terminaria. Não é igual antigamente, onde um tio distante, que viveu umas semanas na América disse que lá é de tal maneira, hoje existem milhares de vídeos, depoimentos para qualquer brasileiro comparar nossa realidade com a do resto do mundo. Lembrando que pagamos impostos somente comparáveis aos de países nórdicos onde os serviços públicos funcionam.

A tragédia do tempo perdido, sem a beleza de Marcel Proust, é o que vemos no país. A nossa República está morta. Resta saber se haverá tempo de somar esforços para uma ressuscitação induzida.