Battisti admite ser um assassino: onde estão seus defensores?

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O ano era 2010, o dia, 31. Um homem tinha motivos de sobra para explodir infinitos fogos de artifício naquele novo ano que se iniciaria: Cesare Battisti.
 
O então presidente Lula, no apagar das luzes de seu governo, como se mal suficiente não tivesse feito ao nosso país, ignorava recomendação do STF para extraditar o italiano e, numa canetada, o mantinha livre, leve e solto nos trópicos tupiniquins.
 
Hoje, quase 9 anos depois, que Lula pode contar nos dedos, sai a noticia de que Battisti, em depoimento a um procurador italiano, confessou 4 assassinatos na década de 70. Afirmou, ainda, que se declarava inocente para obter apoio da extrema-esquerda no México, na França e no Brasil.
 
Os mesmos que, com razão, gritam querendo saber quem mandou matar Marielle, viraram papagaios de um pirata assassino frio e calculista, durante longos anos. PT e PSOL não soltaram a mão deste, agora assumido, cruel homicida. Tiraram fotos com ele. Canetaram, da presidência, por ele. Lutaram por ele. Gritaram por ele. Sofreram por ele. Fizeram festinha por ele.
 
Só se esqueceram, como é costume no pensamento revolucionário, das famílias dos 4 assassinados por ele.
 
Fosse outro presidente no poder, neste momento Battisti estaria tomando uma caipirinha gelada, no interior do Brasil.