Avança, a democracia.

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Ministérios não mais usados como moeda de troca.
Tampouco como refúgio para criminosos, como Dilma o fez com o ex-presidente Lula. Antes, eram 40 pastas. Chegamos a ter uma para a Pesca, para hospedar o pescador de ilusões Marcelo Crivella.
 
Uma fala sincera do presidente, quase ingênua, aos parlamentares, chamando o Congresso para jogar junto numa época de reformas inescapáveis ao Brasil. De forma inédita, o presidente terá as redes sociais como ferramenta justa de pressão. No país do Mensalão de Lula e Dirceu, que compraram parlamentares às sombras, é um avanço da democracia.
No país do Petrolão, cargos, até o momento, dados para pessoas com conhecimento de causa e sem toma-lá-dá-cá.
Algo que todos presidentes prometeram e jamais cumpriram.
 
No Brasil que o PT deu bilhões de reais do dinheiro público para ditaduras amigas do partido, vemos um aceno ao que o mundo tem de melhor — inclusive para os que de fato se preocupam com direitos de minorias: Estados Unidos da América e Israel. Precisamos ganhar dinheiro, mantendo, claro, nossos valores morais.
 
Por falar em moral, rompeu-se, com uma chantagem que deu errado, o acordo imoral que utilizava mão de obra escrava, os médicos cubanos, reféns do regime, que não tinham direito ao próprio salário. Dilma, a “honesta”, foi quem canetou o absurdo.
 
Claro aceno solidário aos heróis das polícias de todo o país, que estão no front desta guerra não declarada, não assumida, até ontem. Eles precisam de nós. E recado aos bandidos: o efeito dissuasório é sempre bem-vindo. Achar homicídio, sequestro e estupro normais, é admitir que viramos bestas e perdemos o que temos de singular na natureza.
 
O reconhecimento para com o direito elementar à defesa da propriedade privada mais valiosa do mundo: a nossa vida. Depois de presidentes orgulhosos testemunhando e esmagando armas de fogo sob o rolo compressor de tratores. Avança, a democracia.
 
Percepção de prioridades: vamos deixar para falar de maconha quando todos os brasileiros tiverem saneamento, atenção ao nome, básico!
 
Haverá erros? Certamente. Mas depois de tantos psicopatas no poder, atualmente prefiro um erro bem intencionado, do que um acerto com más intenções, prática corriqueira nos últimos anos.
 
Agora é hora de torcer. E cobrar, claro. Fãs incondicionais são apenas para bandas de rock and roll. Os brasileiros, após anos de domínio cleptocrata, merecem o básico: voltarem vivos para casa e terem um punhado de reais no bolso ao término de cada mês, e não nos cofres do governo.