A solução é dividir o Brasil?

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A nossa bandeira jamais será vermelha (?)

Às vezes me passa uma ideia na cabeça: dividir, geograficamente, o Brasil.

De um lado, tanto faz se Norte ou Sul, os que gostam do Estado gigantesco regulando o sal na sua mesa; que acreditam que o Petrolão, Mensalão e similares foram invenções da Globo, CIA e elite brasileira; que poderiam erguer estátuas aos heróis do povo brasileiro Zé Dirceu, Genoíno, Delúbio Soares, Marcos Valério, João Vaccari Neto, João Paulo Cunha e similares; onde poderiam enforcar os traidores como Delcídio do Amaral, Nestor Cerveró, Paulo Roberto Costa, Monica Moura e todos que fizeram delação premiada (os ‘traidores’, segundo eles); poderiam dar pedaços gigantes de terras produtivas ao MST; poderiam oferecer todos os serviços grátis à população; poderiam taxar as ‘grande fortunas’; criar mais ministérios, distribuir mais cargos; colocar milícias armadas à procura dos burgueses; poderiam criar uma única tv estatal com falas da Dilma 24h por dia; poderiam fazer uma estátua em marfim do Lula; poderiam criar quantas estatais quisessem e re-estatizar o que quisessem; poderiam batizar as ruas com o nome de todos guerrilheiros dos anos 60; poderiam criar os padrões de comportamento politicamente correto de “coletivos”, escrever menin@s ou meninXs; poderiam proibir tudo o que o comissariado petista quisesse; poderiam fazer um único jornal, uma única revista; uma bandeira vermelha; um novo hino, que exaltasse todos os citados acima e, claro, poderiam instituir a criação do paredão, em português, pela primeira vez, para resolver o problema dos traidores.

Do outro lado do país dividido, o questionário seria de uma pergunta: “Você defende a liberdade”? Ok. Seja bem vindo.