A esquerda não pode pautar o Brasil: acertada a decisão de Moro e Bolsonaro sobre o ministério da Justiça

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Muitos estão achando que a aceitação do cargo no Min. da Justiça, por parte de Sérgio Moro, assinará embaixo das teses estapafúrdias do PT e aliados sobre a Lava Jato. Mas aí é que está: as teses sempre existiram e existirão, independentemente do cargo de Moro. Faça o que fizer, ele já foi carimbado como vilão; cruzou a fronteira ao prender o deus petista.
 
Se ele, e nós, formos nos pautar pelo que a esquerda dirá, melhor pegarmos cordas e nos enforcarmos na árvore mais próxima, porque se você tentar entender e pagar pelo que os canhotos pensam, realmente, não há tempo ou psiquiatra na Terra que resolva.
 
Leio blogs esquerdistas todos os dias, há anos, e lhes digo: é um mundo paralelo. Uma Nárnia do mal. Por lá, eu, você, a Globo, Moro, FHC, CIA, Trump estamos todos mancomunados num grupo de Whatsapp cujo foco é roubar o pré-sal e ceder a “soberania brasileira”. A realidade, para os fanáticos, é um detalhe.
 
Sérgio Moro no ministério da Justiça é de um simbolismo fortíssimo, e política sem simbolismo é teatro. Preferiria que fosse direto para o STF, para não haver a oportunidade, daqui a 2 anos, quando a vaga surgir, de o governo estar estremecido ou, por algum motivo, a relação entre presidente e Moro não estar tão boa. Mas é um risco que vale a pena correr. A estratégia foi acertada. Do governo e do juiz.
 
A Lava Jato, outra válida preocupação, estará em boas mãos e caberá à opinião pública fiscalizar e cobrar. Todos ligados à operação sabem que estão sob o holofote da população brasileira. Duvido que mudem o ritmo de Moro.
 
Por isso, reitero: a esquerda não pode pautar um país. Nem um condomínio de 6 apartamentos. É hora de ficarem falando sozinhos, no hospício que ergueram ao longo de décadas.